Um dia, um conjunto de crianças convidou o grupo Esparrama a imaginar: "E se a cidade fosse um brinquedo?" Viver onde se brinca, brincar onde se convive. Inventar, festejar e acolher as várias formas de existir, enquanto compartilhamos um brinquedo do tamanho da cidade inteira. Ou seja, inaugurar a CIDADE-BRINQUEDO! Para isso, o grupo de palhaços abre um "portal das novas ideias" no meio do cidade e transforma o espetáculo em um verdadeiro experimento, uma ocupação-brinquedo, guiada pelo lema: "Brincar, brincar, brincar até a cidade virar brinquedo!" Durante o trajeto, ficar parado não é uma opção. O lema vira prática e a brincadeira se reinventa a cada novo elemento encontrado no percurso. Mas, para que a CIDADE-BRINQUEDO deixe de ser apenas uma ideia e se transforme em realidade, as crianças e os palhaços terão que debater com o atrapalhado Arquivaldo Regrário e seu misterioso chefe, descobrindo os limites e propondo novos combinados para que todos os cidadãos e cidadãs brincantes tornem essa ideia possível.
